Inovar para circular | Intervenções dos oradores

Inovar para circular | Intervenções dos oradores

Data da publicação: 05/04/2017

Estarão as empresas preparadas para a economia circular? Ainda não! A crise económica foi uma oportunidade para aprender a fazer mais com menos, podemos estar a fazer progressos na eficiência, mas temos de inovar na forma de fazer e vender. As empresas estão no epicentro da transição para a economia circular e têm de mostrar que é possível.” Afirmações do ministro do ambiente, João Pedro Matos Fernandes no evento “Inovar para circular”.

Marco Lucisano, director papermaking & packaging da divisão de bioeconomia do RISE – Research Institutes of Sweden defendeu que “a economia circular só vingará se o fizermos em conjunto, se estivermos dispostos a recorrer à economia de demonstração em que quem tem novas ideias, implementa-as e partilha-as com os demais”. Por sua vez, Sofia Santos afirmou que “com a economia circular há muitos setores que têm que se reinventar e esta reinvenção implica mudanças ao nível do design e dos processos. Atualmente em Portugal há já um conjunto de setores em que o design faz parte da essência, como o têxtil ou calçado, mas a dúvida está neste detalhe: estarão os princípios de economia circular integrados no design? O caminho passa pelas empresas incluírem as variáveis de pesquisa ambiental e de economia circular no design.

O evento “Inovar para circular” foi organizado pela CELPA – Associação da Indústria Papeleira em parceria com o BCSD e com o apoio da Ordem dos Engenheiros.

Intervenções:
A indústria baseada na celulose: economia circular e bioeconomia, Marco Lucisano, RISE – Research Institutes of Sweden
Transformar resíduos em subprodutos: o caminho que Portugal tem a percorrer, Ana Sofia Vaz, Agência Portuguesa do Ambiente (APA)
Caso de estudo Verallia Portugal, Cristina Nobre
Caso de estudo The Navigator Company, Laura Costa
Caso de estudo ADP – Fertilizantes, João Castro Pinto
Caso de estudo Europac Group, Nuno Messias
A economia circular na indústria de pasta, papel e cartão – Indicadores e principais barreiras, Marta Souto Barreiros (CELPA) e Manuel Fraga (FCT/UNL)

FOTOGRAFIAS

2017-04-12T15:25:16+00:00