Agenda da Sustentabilidade 2019_Março

Agenda da Sustentabilidade 2019_Março

Data da publicação: Abr 2019

 

We’re stuck

por João Wengorovius Meneses, Secretário Geral

A escala dos desafios atuais é de tal ordem que, por muitas iniciativas bem-intencionadas que possamos levar a cabo, só teremos sociedades e modelos de desenvolvimento sustentáveis se conseguirmos assegurar transições rápidas e sistémicas em algumas frentes críticas. Quais? Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são um referencial importante, mas se tivéssemos de escolher três frentes prioritárias, seriam, provavelmente, alterações climáticas, desigualdades sociais e biodiversidade.

Vejamos o que está a acontecer: 

  • Devido à emissão de GEE, a temperatura média global já aumentou 1ºC face à era pré-industrial, estimando-se que possa aumentar mais 4,4ºC até 2100. Para além dos eventos climáticos extremos a que temos assistido, entre outras consequências que já ocorreram, estima-se que mais de metade dos corais do planeta terão morrido para sempre (um património que levou milhões de anos a desenvolver-se) e o ritmo do degelo na Antártida triplicou nos últimos cinco anos, tendo derretido 3 biliões de toneladas de gelo entre 1992 e 2017. Paralelamente, os índices de poluição são galopantes – por exemplo, chegam ao mar 8 milhões de toneladas de plástico por ano;
  • As 26 pessoas mais ricas do mundo detêm uma riqueza equivalente às 4 mil milhões de pessoas mais pobres – este nível de desigualdades é inaceitável e insustentável; 
  • Cerca de metade dos ecossistemas naturais do planeta desapareceram nos últimos 100 anos e o ritmo de perda de biodiversidade mantém-se acelerado.

Para se conseguir a mudança sistémica necessária e assegurar soluções para as três prioridades propostas – alterações climáticas, desigualdades e biodiversidade –, há três condições necessárias: visão e coragem por parte dos responsáveis políticos, inovação e compromisso por parte do setor privado, e motivação para a mudança por parte de todos nós. Os primeiros terão de transitar de lógicas de curto prazo (ganhar as próximas eleições) para lógicas de longo prazo, os segundos de modelos de negócio centrados no lucro para modelos de negócio assentes nos 3Ps (profit, people and planet), e todos nós sermos menos consumidores e mais cidadãos.

A prova de que estamos estagnados, de que governos e empresas não estão a ser capazes de assegurar uma transição sistémica e acelerada para um novo modelo de desenvolvimento, é o facto do debate global no mês passado ter sido liderado por uma adolescente anónima, Greta Thunberg. Foi com um misto de esperança e embaraço que assistimos, pela primeira vez, a uma greve mundial de estudantes adolescentes pelo clima. 

Nem as democracias liberais, nem as lideranças atuais, podem ficar indiferentes à constatação de que não estamos a governar nem a gerir para as próximas gerações. Neste momento, estamos muito longe das metas que teremos de alcançar nos próximos anos, por exemplo, do Acordo de Paris. Nas palavras de Peter Bakker, Presidente e CEO do WBCSD, “we’re stuck”.

Por onde começar? Não haverá transição para sociedades sustentáveis sem que os pilares da democracia assumam essa responsabilidade. Os poderes legislativo, executivo, judicial e regulatório terão de se mobilizar para um novo pacto social. E não se trata de produzir mais leis ou regulação, mas sim de maior ambição na visão, eficácia na ação e capacidade de mobilizar as pessoas para um projeto de mudança sistémica e acelerada. Vamos a isso? 

CONFERÊNCIA ANUAL BCSD PORTUGAL

 

Sociedade 5.0, uma proposta para o desenvolvimento sustentável

conceito de Sociedade 5.0, tema central da Conferência Anual do BCSD Portugal, foi, no dia 25 de março, explorado por economistas, empresários, investigadores, professores, políticos, tecnólogos e empreendedores. Não se tendo concluído se será um objetivo utópico ou distópico (talvez um pouco dos dois?), foram claramente descritas as oportunidades realistas que esta abordagem estabelece rumo ao desenvolvimento sustentável: as vantagens da tecnologia ao serviço da humanidade, o acesso generalizado a serviços de saúde, as inúmeras melhorias da qualidade de vida, a diminuição do número de acidentes relacionados com a indústria e com a mobilidade, a possibilidade infinita de cocriação, a eficiência na utilização de recursos; e os desafios práticos da sua implementação: chegar a uma definição global de felicidade individual, alcançar a distribuição justa e global das oportunidades, conseguir uma aceitação geral de tecnologia omnipresente e omnipotente e resolver a crise de confiança gerada.
Algumas conclusões marcaram a discussão: desde o fim certo dos telemóveis a favor dos wearables ao facto de estarmos a falhar colectivamente no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, foi ainda referida a importância renovada dos artesãos para o crescimento da economia, o papel da educação para nutrir humanos completos que a tecnologia não pode substituir, a vitória de uma abordagem hiperlocal para a prosperidade da sociedade moderna e a clara vantagem estratégica que o foco na sustentabilidade representa para as empresas.
Em comum, todos os oradores tinham a consciência da urgência de um compromisso claro com a sustentabilidade do planeta e o bem-estar das pessoas. António Mexia, CEO da EDP e Presidente do BCSD Portugal, disse, logo na sessão de abertura, que “não basta ser rico para ter o que se se precisa, é necessária uma sociedade inteligente que contribua para o bem-estar de todos” e João Pedro Matos Fernandes, ministro do Ambiente e da Transição Energética, reiterou que “é uma tolice imaginar-se o crescimento só a partir dos indicadores financeiros; crescer significa crescer regenerando recursos num mundo hipocarbónico”.
“Sogo Fujisaki, vice-presidente da Fujitsu Limited, fez questão de reafirmar que, apesar de a tecnologia ser fundamental para o desenvolvimento sustentável, “os beneficiários da Sociedade 5.0 serão os humanos, não as máquinas, nem a inteligência artificial” e que “ter objetivos claros de desenvolvimento sustentável é uma responsabilidade que todos temos com as nossas empresas: se pensarmos a longo prazo, só os negócios sustentáveis terão hipóteses de ser bem-sucedidos.”

Obrigado!

O BCSD Portugal agradece a todos os que participaram na Conferência Anual, nomeadamente aos patrocinadores que apoiaram este evento desde a sua génese – EDP, The Navigator Company, Brisa, Fujitsu, Hovione, Lipor, Ren, Sonae e Amorim -, a todos os oradores que contribuíram para este debate, a todos os que se inscreveram e assistiram às sessões apresentadas, a todos os que contribuíram com perguntas e adensaram o debate, a todos os que responderam ao questionário que nos permitiu compensar a pegada de carbono do evento, a todos os que partilharam connosco a sua opinião sobre o evento, e a todos os que ajudaram o BCSD Portugal a organizar, gerir e divulgar este evento.

ENTREVISTA

Energia solar, produção descentralizada, eficiência e inovação

Em entrevista exclusiva, António Mexia, CEO da EDP, explica as tendências do setor da energia rumo ao desenvolvimento sustentável. Destaca, entre diversas iniciativas da empresa, o potencial transformador da energia solar, do armazenamento de eletricidade e da mobilidade elétrica.

De que forma se reflete o vosso compromisso com a sustentabilidade na vossa estratégia, nos vossos objetivos e no vosso plano de atividades para 2019?

A aposta no desenvolvimento sustentável tem sido um dos principais eixos de negócio incorporados na nossa estratégia, com objetivos claros e exigentes para o futuro. A incorporação da sustentabilidade na estratégia, nas operações, nos serviços e produtos que oferecemos aos nossos investidores, clientes e sociedade não é uma preocupação que temos apenas hoje, mas que temos reforçado ao longo da última década e que está refletida na nossa aposta em renováveis, em eficiência e inovação.

É inegável que estamos atualmente a viver uma época de absoluta transformação, com o objetivo de alcançar economias descarbonizadas, alinhadas com o Acordo Climático de Paris, e sociedades que, não só respeitem, mas que promovam os objetivos de desenvolvimento sustentável, alinhados com a Agenda 2030 das Nações Unidas. Sendo que, a par desses desafios globais, estamos igualmente a viver uma época de absoluta transformação tecnológica, marcada por constantes inovações, automação e inteligência artificial. A velocidade, amplitude e profundidade destas transformações obriga-nos a repensar como as empresas podem criar valor, usando a tecnologia e impactando positivamente os consumidores, outras organizações e comunidades.

Os objetivos ambiciosos estabelecidos pela EDP para os próximos anos comprovam o compromisso do grupo com a sustentabilidade. Destes, destaco o nosso objetivo para 2030 de alcançar um nível de produção de energia renovável de 90% e de redução de 90% das emissões específicas de CO2, face a 2005. Outros compromissos incluem a instalação de energia solar descentralizada e de contadores inteligentes, a eletrificação da frota ligeira do Grupo e o desenvolvimento de soluções comerciais de promoção da mobilidade elétrica, incluindo infraestruturas de carregamento e soluções que respondam a uma procura cada vez mais crescente.

Quais as principais tendências de inovação no domínio da sustentabilidade no sector energético?

O futuro estará algures na interseção de várias das tendências que estamos a considerar, principalmente relativas a tecnologia, energia, pessoas e planeta. As tendências do setor de energia coincidem, sobretudo, com a evolução da eletrificação através de fontes renováveis, da produção descentralizada, de sistemas mais digitais e de serviços baseados em data e novas tecnologias como inteligência artificial e internet das coisas (IoT), sempre com um importante foco no cliente.

Na EDP vemos a inovação como uma ferramenta crucial para a criação de valor. Em 2008 criámos a EDP Inovação com a missão de desenvolver projetos internos, mas também de ajudar a construir um ecossistema que envolvesse as startups. Dez anos depois, temos três fundos, programas localizados em Portugal, Espanha e Brasil, e somos parceiros fundadores do programa de aceleração Free Electrons

Assumimos também o compromisso de, até 2020, investir 200M€ em projetos inovadores em tecnologias limpas e promissoras. Das principais iniciativas destaco a aposta no roll out do Inovgrid que levará as redes inteligentes à generalidade dos nossos clientes e que abre portas a um imenso potencial de desenvolvimento de produtos e serviços na área da energia e das smart homes. Temos também apostado cada vez mais na digitalização, com o desenvolvimento de ferramentas de big data, data analytics, machine learning e inteligência artificial, com o objetivo de melhorar a experiência dos nossos clientes, com novos produtos e serviços de valor acrescentado, e a gestão dos nossos ativos.

Continuaremos o processo de desenvolvimento da tecnologia offshore flutuante e também a aposta na energia solar, no armazenamento de eletricidade e na mobilidade elétrica – três áreas que acreditamos que vão revolucionar o setor nos próximos anos.

Parte do compromisso com a sustentabilidade e a ecologia depende do consumidor – como descreve a adesão dos portugueses a produtos e serviços relacionados com as energias renováveis e a eficiência energética e como planeiam melhorar os resultados?

Sendo a transição energética um dos principais pilares das sociedades e de economias sustentáveis, estamos a assistir cada vez mais a uma mudança no paradigma de consumo. Os consumidores encontram na sustentabilidade um propósito nas suas escolhas e nos seus comportamentos diários e a energia assume, por isso, um papel cada vez mais relevante nas suas vidas. 

A EDP tem vindo a antecipar esta mudança, nomeadamente com o lançamento de soluções na área do solar, que atraem cada vez mais portugueses. Bem como serviços vários de eficiência energética. Por exemplo, em 2018 foram realizadas 6,5 mil auditorias de equipamentos e 23 mil auditorias de iluminação a pedido do cliente EDP, que procura ter um consumo cada vez mais eficiente. No que diz respeito à energia solar, hoje já há mais de 20 mil casas em Portugal com soluções solares EDP e estimamos que, nos próximos anos, a energia solar cresça a um ritmo acelerado, suportado pelo desenvolvimento tecnológico e pela inovação de modelos de negócio.

Também na mobilidade, área em que a EDP tem investido em novos produtos e serviços que respondam à crescente procura e aos desafios que se impõem, temos vindo a assistir a um forte aumento das vendas de veículos elétricos e híbridos, ao mesmo tempo que vemos nas nossas cidades o aparecimento de novas opções de mobilidade partilhada e elétrica. Este é um dos eixos prioritários na nossa estratégia e estabelecemos como objetivo atingir um milhão de clientes com soluções de mobilidade EDP em 2030. Para lá chegar, estamos a alargar a rede pública de postos de carregamento, a criar soluções que permitam uma gestão eficiente dos consumos e a investir nas parcerias.

Assistimos ainda a uma preferência crescente dos consumidores por produtos mais eficientes, nomeadamente para a climatização das casas, aquecimento de água e iluminação. Ao mesmo tempo, acreditamos que cada vez mais vão ser procuradas soluções que disponibilizem informação relevante sobre os consumos de energia e que permitam aos consumidores ajustarem os seus hábitos de modo a tornarem-se mais eficientes. 

Como consumidor, onde considera que há espaço para melhorias ao nível da sustentabilidade?

Há sempre margem para melhoria. Daí que tenhamos assumido compromissos tão ambiciosos nesta área. Por um lado, haverá uma tendência para maior transparência por parte das empresas em termos do impacto nos diferentes pilares da sustentabilidade, permitindo que os consumidores tenham informação que lhes permita fazer escolhas mais informadas. Por outro, as empresas deverão continuar a procurar inovar no desenvolvimento de soluções e produtos que permitam que os consumidores possam eles próprios contribuir cada vez mais ativamente para o desenvolvimento sustentável. Enquanto consumidores temos também um caminho a fazer, que começará por demonstrarmos aquilo em que acreditamos através dos produtos e serviços que escolhemos. 

Temos assistido a uma revolução sustentável, em grande parte explicada pelo conhecimento que temos hoje dos grandes desafios ambientais e sociais associados à forma como produzimos e consumimos recursos e às enormes disparidades que ainda existem no mundo. Mas também pelos comportamentos das novas gerações que se preocupam, que valorizam e nos exigem produtos e processos mais inovadores e sustentáveis, representando a base de uma visão de futuro que deve fundamentar os nossos comportamentos e investimentos de hoje. Saiba mais sobre a EDP >

TENDÊNCIAS

Fashion for Good

O BCSD Portugal visitou o Fashion for Good, um centro de inovação e aceleração de moda ética, situado no centro de Amesterdão. Segundo a organização, para ser ético, ou para fazer “good fashion”, devem respeitar-se seis princípios: “good looking”, “good materials (safe, healthy and designed for reuse and recycling)”, “good economy (growing, circular, shared and benefiting everyone)”, “good energy (renewable and clean)”, “good water (clean and available to all)” e “good lives (living and working conditions that are just, safe and dignified)”.

No Fashion for Good, marcas multinacionais, startups, investigadores e empreendedores encontram-se para desenvolver novas soluções, isto é, novos materiais, tecnologias e modelos de negócio, capazes de revolucionar a indústria da moda no sentido da sustentabilidade. Quer saber como? Clique para ler o artigo completo no website do BCSD Portugal >

BREVES

Como ajudar as vítimas do ciclone Idai

Segundo as últimas notícias, a passagem do ciclone Idai no sul de África no passado dia 15 de março provocou mais de 700 mortes, sendo que mais de 500 ocorreram em Moçambique. Milhares de pessoas precisam de apoio urgente e há várias formas de contribuir:

Alga comum remove metais pesados de águas contaminadas

Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro descobriu que a vulgar alface-do-mar consegue limpar águas contaminadas pela indústria e pelo consumo doméstico, tendo uma grande capacidade para remover elementos como arsénio, mercúrio, cádmio e chumbo, perigosos para a saúde humana e para o meio ambiente. Bruno Henriques, investigador do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar e do Departamento de Química daquela Universidade, considera que estas algas são uma alternativa eficiente, pois removem percentagens elevadas de contaminantes num período curto de tempo, sendo a metodologia mais económica e mais ecológica do que a utilização corrente de outros materiais, naturais ou sintéticos, para o mesmo efeito, que são menos eficazes e, muitas vezes, mais caros.

Português fotografou um dos rios mais sujos do mundo

A exposição “Living Among What’s Left Behind”, do fotojornalista Mário Cruz, inaugura no Palácio Anjos, em Algés, no dia 6 de abril, data do lançamento do livro com o mesmo nome. A fotografia acima, distinguida pelo World Press Photo 2019 na categoria de Ambiente, mostra uma criança que recolhe materiais recicláveis para venda, deitada num colchão rodeado por lixo que flutua no rio Pasig, em Manila, nas Filipinas. O rio já foi declarado biologicamente morto na década de 1990 devido a uma combinação de poluição industrial e resíduos despejados pelas comunidades que habitam nas suas margens e que não têm acesso a infraestruturas de saneamento básico. Um relatório de 2017 da Nature Communications indica-o como um dos 20 rios mais poluídos do mundo, depositando até 63.700 toneladas de plástico no oceano por ano. Apesar dos esforços para o limpar, em algumas áreas os resíduos são tão densos que é possível caminhar em cima do lixo.

RECURSOS

  • Guia: Why carbon pricing matters, WBCSD 
  • Publicação: New Energy Solutions for 1.5°C: Pathways and technologies to achieve the Paris Agreement, WBCSD 
  • Relatório: Solucionar a poluição plástica – transparência e responsabilização, WWF 
  • Prémio: ECOTROPHELIA premeia eco-inovação alimentar, candidaturas até 3 de abril 
  • Prémio REN 2019 distingue teses de doutoramento, candidaturas até 30 de abril 
  • Prémio: United Nation’s Global Climate Action Award, candidaturas até 30 de abril 
  • Debate: How business can tackle modern slavery and forced labour, 2 e 3 de abril, Londres 
  • UN SDG Investment Fair, 15 de abril, Nova Iorque 
  • Achieving the Paris Agreement Goals through Investor Action, 1 de maio, São Francisco 
  • Cimeira: UN Climate Action Summit, 23 de setembro, Nova Iorque 
  • Recomendamos:

EVENTOS



  • ObservaRia, 11 a 14 de abril, Estarreja 
  • IETA European Climate Summit (ECS), 15 a 17 de abril, Lisboa  

A Fundação Calouste Gulbenkian vai atribuir cinco bolsas de estudo no valor total das propinas a profissionais selecionados para este Programa Executivo que tem como objetivo promover as competências verdes de profissionais com elevado potencial de transformação nas suas organizações. O curso tem um total de 72 horas, divididas por 8 dias de formação, entre Lisboa e Porto. O investimento do curso completo (incluindo coffee-breaks, jantares e almoços nos dias completos de formação) corresponde a 3.500€ para colaboradores das empresas associadas do BCSD Portugal e a 3.800€ para o público em geral. Conheça o programa >

  • Greenfest Braga, 6 a 9 de junho 
  • Greenfest Estoril, 17 a 20 de outubro 
  • WBCSD Council Meeting 2019, 14 a 17 de outubro, Lisboa 
  • Web Summit, 4 a 7 de novembro, Lisboa 
  • SB Oceans 2019, 14 a 16 de novembro, Porto (10% de desconto para membros BCSD Portugal) 
  • Conferência dos Oceanos da ONU, junho de 2020, Lisboa 

BCSD PORTUGAL

Aposta na formação dos jovens e das empresas

Desde o início de 2018, o BCSD Portugal já formou mais de 3000 estudantes do ensino secundário, em 52 ações de formação em escolas a nível nacional, sobre a importância do capital natural. A fase que se segue, em 2019, é a dinamização de ações de formação em contexto empresarial. Estas ações estão a ser desenvolvidas ao abrigo da parceria com o projeto LIFE VOLUNTEER ESCAPES, um programa europeu para a conservação da natureza, que visa por um lado contribuir de forma ativa para promover a sensibilização dos jovens para a conservação natureza e do meio ambiente e, por outro, a sensibilização das empresas para a importância de uma gestão sustentável dos negócios.

Novos negócios ligados às florestas

Com o mote “Florestas Sustentáveis para um Futuro mais Sustentável”, o BCSD Portugal está responsável pela divulgação de novas abordagens para aliar a gestão florestal rentável com as diferentes necessidades da sociedade e com novos modelos empresariais, capazes de servir de alicerces aos serviços florestais. Portugal é parceiro do projeto europeu SINCERE, que pretende contribuir para o desenvolvimento de uma política europeia coordenada para maximizar o valor para a sociedade dos serviços de ecossistemas florestais e sua provisão sustentável. O projeto teve início em 2018 e envolve 7 países europeus, a Rússia e o Peru, como parceiros internacionais.

REDE







 

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2019-04-16T10:07:26+00:00
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